Mas uma coisa eu faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, para o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.
Novo a cada manhã é uma afirmação estranha de se fazer sobre qualquer coisa. A maioria das coisas se desgasta — o amor incluído, na maior parte do tempo. É fácil amar alguém de forma consistente por um tempo e depois sentir isso diminuir, complicar, cansar. Este versículo afirma algo diferente: não um amor que começou forte e está se segurando, mas um que é realmente renovado, fresco, todos os dias.
Se a sua ideia de Deus foi moldada por pessoas cujo amor de fato acabou — que se cansaram de você, que guardaram rancor, que acabaram indo embora — talvez valha a pena parar nisso. A afirmação aqui não é que a paciência de Deus é incomumente longa. É que ela não funciona como a paciência humana. Ela se reabastece. Não se esgota.
Você não precisa confiar plenamente nisso hoje. Pode só reparar que essa é uma afirmação genuinamente diferente das que você já testou e considerou insuficientes — e perguntar se ela merece um novo olhar, em seus próprios termos.
Se todo amor que você já conheceu acabou secando, talvez valha a pena descobrir se este realmente afirma ser diferente.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.