Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados.
"O amor perdoa muitíssimos pecados" é uma frase estranha de aparecer no fim de uma carta sobre como tratar uns aos outros, mas está dizendo algo específico: o amor não apenas tolera as coisas pequenas, ele de fato cobre erros reais — muitos deles, repetidamente, sem manter uma conta que um dia será cobrada.
Isso é diferente de negação. Cobrir não é fingir que algo não aconteceu. É escolher não expor, não usar como arma, não trazer de volta toda vez que há uma discussão. Quem já foi alvo desse tipo de amor sabe o quanto ele é raro de verdade — a maioria dos relacionamentos guarda contas, admitam isso ou não.
É justo se perguntar se um amor assim é sustentável, ou se é só um ideal bonito que desmorona sob pressão real. Vale a pena testar isso com honestidade em vez de simplesmente assumir uma resposta — nos seus próprios relacionamentos, e naquilo que você acha que poderia ser a fonte por trás de um amor tão durável.
Se você nunca experimentou um amor que de fato cobre em vez de guardar contas, vale a pena descobrir de onde um amor assim poderia vir.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.