Porque estou convicto de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Alguns versículos consolam dizendo o que está por vir. Esse consola dizendo o que não pode te alcançar. Paulo lista mortes, poderes, alturas, profundidades — toda a extensão do que a vida pode jogar contra uma pessoa — e diz que nada disso é forte o bastante para arrancar o amor de Deus de você.
Há algo digno de nota na certeza com que Paulo fala. Ele não diz que espera que isso seja verdade ou que acha provável. Ele diz que está convicto. Esse tipo de certeza normalmente vem de quem testou — a vida do próprio Paulo incluiu naufrágios, espancamentos, prisão, traição de amigos. Ele escreveu isso como alguém que teve todo motivo para duvidar e não duvidou.
Você não precisa da certeza dele para começar. Só precisa perguntar se um amor assim é sequer possível, e se talvez já inclua você.
Talvez valha perguntar que tipo de amor sobreviveria a tudo que Paulo lista — e se esse é um amor que você já considerou de verdade.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.