E quando ainda estava longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para o seu filho, e o abraçou e beijou.
Na história de onde vem este versículo, o filho já tinha ensaiado seu pedido de desculpas — planejando voltar para casa não como filho, mas como empregado contratado, já que achava que tinha perdido o direito a qualquer coisa a mais. Ele ainda está bem longe quando a história vira. Antes de uma única palavra desse discurso ser dita, o pai já está correndo.
Esse detalhe teria chocado as primeiras pessoas que ouviram essa história. Homens adultos naquela cultura não corriam — não era digno. Mas esse pai não se importa com dignidade; se importa com o filho, que aparentemente nunca parou de procurar no horizonte.
Se parte de você assume que Deus está esperando você acertar sua explicação, provar que está arrependido o suficiente, conquistar seu caminho de volta à boa reputação — esta história contraria isso. A corrida começa antes do pedido de desculpas. O que quer que você ache que precisaria dizer primeiro para ser bem-vindo, este versículo sugere que talvez você tenha essa ordem invertida.
Se você carrega uma história sobre precisar se ajeitar antes de ser bem-vindo, vale a pena ler o resto dessa parábola por conta própria.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.