Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia.
Um túmulo vazio e um convite: venham ver por si mesmos. Não "apenas acreditem" — venham olhar o lugar onde o corpo não está. É uma forma estranha de lançar a afirmação mais decisiva da história, mas é assim que é contada: um espaço vazio que você é convidado a verificar.
A frase "como tinha dito" também importa. Isso não foi surpresa nem para quem O conhecia melhor — foi uma promessa sendo cumprida, algo que Jesus já tinha dito que aconteceria. A morte não interrompeu o plano. Ao que parece, fazia parte dele.
Se você é do tipo que quer evidência, não só sentimento, repare que a história não pede que você ignore esse instinto. Ela te entrega um espaço vazio e diz: olhe. Seja qual for a conclusão a que você chegar, não é algo pedido às cegas.
Se você preferiria examinar as evidências por conta própria antes de acreditar em algo, é exatamente essa postura que essa história convida.
Um vídeo curto sobre isso está a caminho — por enquanto, continue lendo.